A Receita Federal está desenvolvendo uma plataforma tecnológica sem precedentes no Brasil: um sistema 150 vezes maior que o Pix. O objetivo é viabilizar a cobrança dos novos tributos criados pela Reforma Tributária, como a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Esses impostos substituirão diversos tributos federais, estaduais e municipais.
A expectativa é que a nova infraestrutura digital suporte um volume de 70 bilhões de documentos por ano, tornando-se uma das bases para garantir transparência, eficiência e rastreabilidade na arrecadação de impostos.
📌 Fonte: G1 – Economia, 15/09/2025
O que é a nova plataforma da Receita Federal?
A nova plataforma digital servirá como o “coração tecnológico” da arrecadação sob o novo regime tributário. Ela será capaz de registrar e processar, quase em tempo real, todas as operações que geram obrigação tributária, substituindo sistemas como SPED, NFe, entre outros.
Destaques da plataforma:
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Capacidade 150x superior ao Pix, em volume de dados.
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Processamento de 70 bilhões de documentos por ano.
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Integração com sistemas de entes federativos (União, estados e municípios).
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Sustentação de políticas como cashback para famílias de baixa renda.
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Redução de fraudes e aumento da conformidade fiscal.
Impactos diretos nas empresas
A plataforma exigirá que as empresas informem, com alto grau de detalhamento, cada operação tributável. Isso exigirá mudanças significativas na forma como se organiza a escrituração fiscal e contábil:
📌 Desafios:
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Adaptação de sistemas ERP e gestão fiscal.
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Aumento do volume de obrigações acessórias.
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Maior fiscalização cruzada em tempo real.
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Necessidade de maior qualificação das equipes contábeis e fiscais.
✅ Oportunidades:
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Agilidade na apuração de créditos e débitos de IVA.
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Previsibilidade nos pagamentos tributários.
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Redução do contencioso tributário no longo prazo.
Quando entra em vigor?
A Reforma Tributária tem cronograma de implementação progressiva. As novas regras começarão a valer gradualmente a partir de 2026, com transição completa prevista até 2033. Até lá, coexistirão os sistemas antigos e novos, exigindo ainda mais atenção das empresas no cumprimento de suas obrigações.
Conclusão: quem se organiza, sai na frente
A magnitude da mudança é indiscutível. Mas, apesar dos desafios, empresas que mantêm uma contabilidade organizada e estratégica estarão em posição privilegiada.
Com o suporte de profissionais especializados, será possível:
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Antecipar ajustes nos sistemas internos;
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Reduzir riscos de autuações fiscais;
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Otimizar a gestão tributária desde os primeiros passos da nova legislação.
🔍 Empresas preparadas poderão, inclusive, sair ganhando, aproveitando incentivos, benefícios e créditos tributários já na largada da nova era fiscal.
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