Dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho da Plataforma SmartLab, iniciativa conjunta do MPT e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), indicam que, apenas em 2021, foram registrados 571,8 mil acidentes de trabalho no Brasil da população com vínculo de emprego regular. Contudo, estima-se que esse número seja ainda maior devido à quantidade de subnotificações. 

COMO AS EMPRESAS PODEM MINIMIZAR O NÚMERO DE ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS OCUPACIONAIS?

Por meio de medidas de prevenção a acidentes de trabalho, sendo o Equipamento de Proteção Individual (EPI) uma dos meios mais básicos e conhecidos instrumentos para tal. De acordo com a Norma Regulamentadora nº 6 do Ministério do Trabalho, considera-se Equipamento de Proteção Individual (EPI) “todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho”. O normativo traz ainda a obrigação da empresa de fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho; enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e para atender a situações de emergência. 

QUAIS OS EPI’S DEVEM SER UTILIZADOS PELOS MEUS EMPREGADOS?

A disponibilização dos EPI’S depende dos riscos aos quais os empregados estão expostos. Tal definição se dá por meio da atividade da empresa, acompanhado da avaliação de técnicos e engenheiros do trabalho que de acordo com o disposto na NR nº6 ANEXO I, poderão identificar, quais equipamentos reduzirão os riscos para a atividade que os empregados realizam. 

Vale salientar que os EPI’S representam uma exigência legal nas organizações, e seu objetivo principal é garantir a saúde e o bem-estar das empresas e dos empregados, visto que, além de propiciar a segurança na execução das atividades, minimizam os riscos quanto a reclamatórias trabalhistas e desgastes com os empregados devido aos afastamentos por acidente de trabalho e doenças ocupacionais.

 

Fonte: https://smartlabbr.org/sst

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