45 2105-2000
ATENDIMENTO

DE PAULA CONTADORES

Veja quem somos e o que podemos fazer !


História De Paula


HISTÓRICO

Para facilidade de compreensão a história da DE PAULA CONTADORES ASSOCIADOS S/S, deve ser dividida em três fases. A Primeira teve início como escritório individual de propriedade de seu Diretor atual o Contador ANTONIO DERSEU CANDIDO DE PAULA, e denominava-se ESCOPA - ESCRITÓRIO CONTÁBIL PAULA, fundado em 1970 na Vila de ITACORÁ.

A história dessa vila tem muito a ver com a história da De Paula, por isso faz-se necessário contar um pouco dessa história.

Itacorá era distrito do Município de São Miguel do Iguaçu, no Paraná, localizada a 60 quilômetros de Foz do Iguaçu, às margens do Rio Paraná. Itacorá era uma vila em franco desenvolvimento, fundada em 1965, pelo Colonizador Luiz Trintini Netto. Sua economia era sustentada pela extração de madeira e agricultura.

A região era formada por terras de excelente qualidade, possuindo extensas áreas de florestas tropicais com solo rico e privilegiado para a agricultura e praticamente 100% aproveitável. Na região de mata, predominavam madeiras de lei de boa qualidade para construção, madeiras nobres para a fabricação de móveis e laminação, entre as quais destacavam-se o ipê, o pau-marfim, (guatambú), o angico, a canafístula, a guajuvira, o cedro vermelho, a grápia a canela loura, a canjarana entre outras.

A região era servida por duas estradas, ambas de terra e que se tornavam intransitáveis nos dias de intensas chuvas, muito comuns naqueles tempos. Uma saia de Foz do Iguaçu, costeando o Rio Paraná, passava por Alvorada do Iguaçu, Itacorá, Santa Helena, Pato Bragado, Mal Cândido Rondon e chegava até Guaíra, onde havia o salto de sete quedas no Rio Paraná; Outra partia de São Miguel do Iguaçu, sede do município, passando por Aparecidinha D'Oeste ( hoje Itaipulândia) e após 45 quilômetros chegava a Itacorá. Como divisor do distrito de Itacorá no município de São Miguel do Iguaçu, havia um rio denominado Rio Ocoí, era um rio caudaloso em sua maior extensão, dentro de mata alta, possuía abundante variedade de peixes era ótimo local para acampamentos de fins de semana. Próximo a sua Foz com o Rio Paraná, havia uma bela cachoeira, onde foi construída uma usina hidrelétrica da Copel. Essa usina, alimentava de energia após 1973, todas as vilas da região e ainda abastecia parte da demanda de Foz do Iguaçu.

As terras férteis e abundância em madeiras atraíram rapidamente muitas famílias de desbravadores, a maioria formados por gaúchos e catarinenses. Rapidamente grandes regiões transformaram em plantações de milho, soja, trigo mandioca e outras culturas. A industria madeireira se instalou com várias unidades produtivas e o comércio se expandiu rapidamente pois as safras eram a cada ano maiores.

A Vila de Itacorá crescia, rapidamente surgiam no interior do distrito, outros vilarejos e a região foi sendo ocupada e desbravada apesar das dificuldades de comunicação, de falta de estradas e de qualquer apoio oficial.

As terras em sua maioria não possuíam documentação oficial, eram simplesmente ocupadas por posseiros. As áreas maiores eram divididas sem qualquer critério técnico, a posse se transferia por contrato de transferência de posse e esses contratos era os únicos documentos sobre a propriedade, no entanto respeitados entre vizinhos em suas divisas e precárias demarcações. Algumas propriedades com documentos, tidos como oficiais, eram questionados. Essa situação somente foi regularizada com a intervenção do INCRA, que demarcou as terras e titulou aos seus ocupantes, cujos títulos permitiram mais tarde, a Itaipu Binacional, realizar o processo desapropriatório de toda a vasta região, onde hoje se forma o lago de Itaipu, que é o reservatório da maior usina hidroelétrica do mundo.

A decisão de abrir um escritório de contabilidade em Itacorá decorreu de uma situação bastante lógica. O diretor da De Paula Sr. Antônio Derseu Cândido de Paula, daqui em diante, apenas Derseu, chegou em Itacorá em maio de 1970. Casado a apenas 10 dias, tinha como pretensão visitar seu Irmão Darci que ali já residia a alguns anos, era um dos fundadores da Vila, onde possuía uma pequena marcenaria. A Intenção de Derseu era continuar a viagem, com destino incerto, tinha pretensões de ir para o mato Grosso, começar a vida profissional em alguma cidade daquela região.
As pretensões de Derseu começaram a mudar devido a insistência de seu irmão Darci e de vários outros moradores, pequenos comerciantes e madeireiros, de que ali era o lugar certo para começar, pois faltava fazer praticamente tudo e havia carência de pessoas com alguma formação. Poderia abrir um escritório, poderia dar aulas, já que era da intenção dos moradores fundar um curso ginasial, pois até então somente havia um grupo escolar com ensino do primeiro grau.

Os empresários locais , muitos cerealistas e madeireiros tinham que se valer de escritórios em Foz do Iguaçu e São Miguel do Iguaçu, para resolverem seus problemas com contabilidade, questões tributárias trabalhistas e administrativas. Derseu possuía uma pequena reserva financeira, resultado de sua rescisão contratual onde trabalhou como gerente administrativo de uma industria de bebidas em Santo Antônio da Patrulha no RS, distante 80 quilômetros de Porto Alegre, essa economia garantia o sustento do casal por um ano no máximo, não possuí mais nada além de livros, duas malas com as roupas do casal e utensílios domésticos que ganharam como presentes de casamento. Era necessário tomar uma decisão. Possuía experiência de três anos em escritório de contabilidade, resolveu interromper a viagem, e instalar-se inicialmente no único hotel existente na vila, por um pequeno período, apenas o tempo suficiente para construir uma pequena casa de madeira, onde instalou o primeiro escritório.

O escritório foi apenas uma das atividades desenvolvidas por Derseu. Ainda no mesmo ano ajudou a fundar o ginásio que era aspiração dos moradores da vila, conseguido através de uma extensão do Colégio das Irmãs de São Miguel do Iguaçu. Lecionou neste colégio por cinco anos, período em que assumiu também a função de diretor, no início os demais professores eram funcionários do Escritório.
Pelo escritório de Contabilidade passavam praticamente a maioria dos negócios realizados na vila, desde um simples contrato de compra e venda a abertura de empresas os recolhimentos de impostos e enfim prestava-se os serviços de assessoria atinentes a atividade. O escritório e seu titular praticamente se envolviam em tudo o que acontecia na vila em relação a negócios ou a organização da sociedade. Derseu conseguiu reunir toda sua família em Itacorá, tendo, com a ajuda de financiamentos, construído uma industria madeireira para sua família denominada de Darci de Paula & Cia Ltda., uma serraria, cuja administração foi entregue a seus irmãos mais novos, que entendiam da atividade madeireira.

Em 1973 o Sr. Derseu assumiu, a pedido do Prefeito de São Miguel do Iguaçu, Sr. Ferdinando Pagot, o cargo de subprefeito do Distrito, sem nenhuma pretensão política, apenas para poder atender as necessidades da vila e de toda a região, colaborando com as demais lideranças no sentido de trazer para a vila serviços públicos até então inexistentes, como posto de correio, delegacia de polícia, escolas no interior, abertura de estradas etc. Ajudou a mobilizar a comunidade para construir a igreja, clube, time de futebol, colônia de pesca entre outros, até um hospital foi construído com a vinda de dois irmãos médicos nordestinos, que receberam apoio da comunidade para ali construir um hospital.

Em 1973 o ESCOPA - Escritório Contábil Paula, possuía em Itacorá em torno de 100 clientes, entre cerealistas, pequenos comerciantes madeireiros e prestadores de serviços.

Preocupação com a qualidade - Já em 1973, havia por parte da direção do Escritório, uma preocupação com a qualidade dos serviços prestados, e neste mesmo ano, o escritório adquiriu uma máquina de contabilidade AUDIT 1503 da Olivetti, esse equipamento era a época o que tinha de mais avançado em termos de máquina de contabilidade. O equipamento foi adquirido do Representante da Olivetti em Joinville SC. Era importado da Argentina, onde a Olivetti mantinha montagem daquela máquina. Foi um investimento alto, para se ter uma idéia de valor, no mesmo ano o Sr. Derseu Adquiriu um veículo Volkswagen, um Fuscão 1.500, adquirido da Scanagatta em Cascavel, pelo valor de Cr$ 18.300.00. Preço a vista. A máquina AUDIT custou no mesmo ano o valor de CR$ 43.000,00 e teve que ser paga antecipadamente, pois tratava-se de uma importação. Os técnicos da Olivetti, por ocasião da instalação da máquina, questionaram da necessidade de um escritório naquela vilazinha possuir tal equipamento já que a maioria dos escritórios em grandes cidades não possuíam. A época, o Banco do Brasil utilizava-se de Audit, para fazer a escrituração contábil das agências. A máquina possuía duas memórias mecânicas o que era um avanço fantástico para a época, pois facilmente podia-se fechar um balancete, pois a máquina já levava somado as colunas do débito e do crédito separadamente, atualizando os saldos nas fichas de razão com total segurança. A máquina no início de seu funcionamento se tornou atração no escritório, fazia um barulho danado quando em uso, parecia uma metralhadora em ação.

Neste mesmo ano, 1973 começou a falar-se na construção da usina de Itaipu. No início para os moradores da vila era apenas boato, mas para os mais esclarecidos a notícia era verdadeira e o fato se tornara irreversível. A Usina iria ser construída e toda aquela região iria ser inundada para a formação do reservatório da usina. Muitos céticos, não acreditavam que uma barragem no Rio Paraná a 60 quilômetros abaixo e sendo o rio Paraná um canal de corredeiras como um quenion com margens íngremes e barrancas altas, não poderia ser possível o nível das águas chegar até Itacorá.
Quando os primeiros técnicos e serviços de topografia da Itaipu começaram os levantamentos na região, as dúvidas a respeito foram dessipadas, o projeto de Itaipu era uma realidade e a realidade sonhada pelos moradores de Itacorá e de todos daquela região teria que ser redirecionada de alguma forma.

Todos faziam planos, porém sem informação suficiente, quando teriam que sair do local? Como Seria a indenização? Quem não tinha escritura das terras receberia alguma coisa?, poderiam levar as benfeitorias? Poderiam continuar construindo? Haveria uma data limita. Eram tantas as questões levantadas e a maioria se dirigia ao escritório ESCOPA, para obter informações, queriam organizar-se, buscar alternativas. Muitas questões sem resposta imediata. Com o tempo as coisas foram sendo esclarecidas, e cada um teve que tomar seu rumo decidir para onde ir.

Em 1975 o escritório ESCOPA, decidiu começar em Foz do Iguaçu um novo escritório, já que alguns clientes também planejavam mudar-se para Foz. Assim começou o Escritório Contábil Paula - ESCOPA em Foz do Iguaçu, nesta história a Segunda fase.

Foi construído uma residência em alvenaria, uma casa com a área de aproximadamente 240 m/2, na Vila Yolanda, em uma sala de frente foi instalado o escritório. Durante um ano, funcionaram ao mesmo tempo dois escritórios, o de Foz em formação e o de Itacorá.

O movimento em Foz do Iguaçu, crescia rapidamente, pois a cidade estava sofrendo o impacto do majestoso projeto de construção de Itaipu. O escritório de Itacorá foi entregue para os funcionários e mais tarde, quando a vila foi desativada, o escritório foi transferido para Aparecidinha, hoje Itaipulândia, estando em atividade com novos proprietários.

Em Foz do Iguaçu, as atividades do escritório se ampliavam. Em 1977, quando recebeu a indenização sobre as propriedades que possuía em Itacorá o Sr Derseu iniciou no Centro de Foz do Iguaçu a construção de uma nova casa, com espaço maior para residência e também com melhores instalações para o escritório.

Por saber que não é possível manter qualidade sem preparo profissional, quando iniciou em Foz do Iguaçu o primeiro curso superior de Ciências Contábeis o Sr. Derseu fez vestibular, ingressou na faculdade e fez parte da primeira turma de formandos da FACISA. Em seguida iniciou a carreira como professor universitário, lecionando praticamente todas as disciplinas do curso de Ciências Contábeis e assumindo cargos de coordenação de cursos e chefiando departamentos por vários períodos. Fez cursos de especialização em contabilidade.

O escritório sempre investiu em equipamentos. Já em 1975 adquiriu uma máquina de contabilidade da Prológica MCA-100, era uma máquina super avançada para a época, tinha esse nome porque tinha 100 memórias, utilizava cartão magnético para memorizar saldos de contas, enfim era um equipamento atualizado para um escritório de contabilidade. Era equipamento adquirido apenas por grandes empresas e escritórios dos grandes centros.

Em 1980 já instalado no Centro no mesmo local onde funciona a De Paula Contadores Associados S/C., hoje, começa o que nesta história denominamos de terceira fase, foi feita a aquisição do primeiro computador. Era a máquina, o super700 da Prológica, uma fábrica brasileira, já que naquela época havia a reserva de mercado para a industria de informática no Brasil. Essa reserva produziu maravilhas como aquele super 700, ou S-700, além do atraso de nosso país no desenvolvimento dessa tecnologia indispensável.

A maravilha custou uma pequena fortuna, no entanto não atendia as expectativas, produzia menos em termos de lançamentos contábeis do que a MCA100 e a AUDIT. Possuía dois drivers utilizava dois disquetes com capacidade de 64k. Em um driver garregava-se o programa que não podia ter mais do que 64 k e no outro driver ficavam os dados que também não podiam ultrapassar a 64k. Que dificuldade, para cada mês tinha que haver um encerramento de todas as contas, pois não havia espaço para acumular mais de um mês de dados. Outro problema, não haviam sistemas (softwares) adequados, nem empresas especializadas em produzi-los. Somente havia sistema para maiframes. Quem fazia algum programa para micro os chamados XT, eram chamados pelos especialistas dos maiframes de micreiros, no sentido pejorativo da palavra, querendo dizer que com aquelas máquinas não se podia fazer quase nada. O nosso super 700 não tinha HD, portanto era completamente esquecido, não tinha memória alguma e custou uma nota preta. O Equivalente ao valor de um automóvel chevrolet comodoro zero quilômetro, que era o carrão do ano.

Em 1981 adquirimos o XT SP16 da Prológica, já era uma super máquina, possuía um HD de 10MB. Daí as coisas mudaram, quanto a máquina, mas os problemas com sistemas continuavam.
Daí a grande saída, fizemos uma parceria com um jovem programador, e muito inteligente, que aceitou o desafio e dessa parceria e depois de muito trabalho, surgiram os primeiros sistemas de contabilidade, sistemas para folha de pagamento, controle de bens de imobilizado, sistema para correção monetária do Balanço e para a escrituração fiscal. Entramos com a parte técnica para o desenvolvimento dos sistemas e programadores com a parte de programação. Foram desenvolvidos em Clipper todos os sistemas. Tudo foi ficando mais fácil, os sistemas agilizavam os processos e a informática passou a ser fator de desenvolvimento do escritório.

Mas as coisas não são tão simples, a medida que desenvolvíamos sistemas, surgiam novas necessidades, era necessário integrar os sistemas, interligar máquinas, permitir vários operadores trabalhar ao mesmo tempo no movimento de uma mesma empresa, enfim criar uma rede interna, pois apenas uma máquina não dava conta eram necessários mais computadores, porém nos defrontávamos com o problema de interligá-los, do contrário não poderíamos compartilhar tarefas, dividir funções, enfim, aumentar a produtividade e isso era imprescindível, pois a cada ano as exigências a respeito de comprimento de normas legais se multiplicavam e os serviços decorrentes aumentavam, sem que se pudesse aumentar a cobrança de honorários na mesma proporção. A solução deveria vir através da automação de processos e aí seria necessário a interligação dos micros e a integração dos sistemas, formar uma rede e isso foi possível quando adquirimos o primeiro 386. Ligamos em rede utilizando as saídas seriais e o sistema PC-MOS. Esse sistema durou uns dois anos, ficou inviável novamente. A solução veio com a introdução mais tarde, da rede novell que é por nos utilizada até hoje.

Os sistemas foram sendo aperfeiçoados de modo a permitir cada vez maior controle sobre a produção, foram divididas as tarefas, redivididas até transformar o processo de execução da escrituração em uma linha de eprodução, com controle via sistema de cada tarefa, do seu responsável, do momento em que a mesma deve ser realizada do controle e da confiabilidade na execução e nos resultados obtidos com o processo.

Em 1990, iniciamos a implementação no escritório de um sistema de automação. Esse sistema continua até hoje sua expansão. O processo está baseado em uma única entrada e sistematização de tarefas e serviços, com controle da maioria das tarefas, cálculo automatizado de todos os tributos e encargos e controle da produção em tempo real, eliminando retrabalho e se autoalimenta informando a cada usuário as tarefas serviços previstos, realizados e a realizar em relação a um período qualquer, a um cliente em especial ou a um departamento inteiro.
Um sistema de informação e gerenciamento do escritório, permitindo ainda a comunicação interna com total segurança permitindo esse gerenciamento a distância através de modem.
Muito antes da popularização da internet a De Paula utilizava sistema próprio de comunicação semelhantes aos e-mails de hoje. As comunicações internas são feitas até hoje através desse sistema comunicação.

Em 1995 a De Paula Contadores Associados foi escritório de destaque, na VI Convenção Nacional das Empresas de Serviços Contábeis, realizada em Brasília. Na referida convenção foi apresentado o escritório e demonstrado os sistemas utilizados, para um público de mais de 600 empresários do ramo contábil no Brasil, causando muito boa impressão.

Hoje a De Paula está instalada em um prédio próprio com a área de 1.480m/2, possuindo uma completa estrutura para a prestação de serviços de assessoria contábil, e nas demais áreas como auditoria, perícia estudos de viabilidade econômica para novos empreendimentos empresariais, orientação em processos de fusão, cisão e reestruturação de empresas. Possui ainda um auditório com toda a estrutura de apoio, onde são realizados treinamentos, cursos e palestras dirigidas ao pessoal interno e também a classe empresarial.


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